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TÁ CALOR, TÔ FORA. NEVE É A MINHA PRAIA.

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É uma questão de preferência. Tem gente que se sente incomodada com a areia grudando no corpo, o cloro da piscina, o suor insistente dos dias mais ensolarados. A elas, dedicamos as alternativas frias mais quentes da atualidade. A maioria delas está acima da Linha do Equador, onde o inverno dá o tom em forma de cidades românticas, percursos vertiginosos e bebidas fumegantes ao pé da lareira.

Paris, Londres e Milão, por exemplo, ficam ainda mais encantadoras quando pintadas de branco. Não são próprias para esquiar, são para contemplar, passear, namorar, fazer compras. São para as crianças fazerem anjinhos e bonecos de neve no chão. São para explorar atrações famosas, que vão dos museus, cafés e pubs até as vitrines da moda e o universo underground. Metrópoles que oferecem todas as comodidades urbanas, hoteleiras e gastronômicas, acrescidas da riqueza histórica e cultural do Velho Continente, decorada com flocos de neve.

Embora nesta época seja verão em 90% da América do Sul, é possível curtir um friozinho também, pois, lembremos, Argentina e Chile são cortadas pela Cordilheira dos Andes, estão mais próximos e são mais em conta. As estações de Portillo e do Valle Nevado ficam a poucos minutos de Santiago. Na Argentina, destaque para o Cerro Chapelco, vizinho de Bariloche, e para o Cerro Castor, na Patagônia. Muito esqui, snowboard e paisagens de perder o fôlego.

Alguns milhares de quilômetros ao norte, no estado americano do Colorado, você encontra a descolada e sofisticada Aspen, com seus 39 teleféricos e ótima estrutura para visitantes e famílias que curtem os esportes de inverno. O mesmo vale para a canadense Whistler, que oferece as mais contínuas quedas verticais do continente. A cidade, que já sediou os Jogos Olímpicos de Inverno, está a somente 2 horas de Vancouver.

Impossível falar em neve e não falar em Alpes Suíços. É lá que encontramos o mais antigo e glamuroso resort invernal conhecido: o complexo de St. Moritz, com suas pistas radicais. Já em Verbier, há voo de parapente e passeio de trenó com huskies siberianos. Mas a maior área de esqui do mundo pertence à França: Courchevel, que reúne quatro vilas com altitudes diferentes. Claro, em todos esses picos há aulas de esqui, aluguel de roupas, botas e equipamentos.

Para os mais experimentados e adeptos da adrenalina, reservamos o Himachal Pradesh, no Himalaia indiano: aos seus cinco mil metros, só se chega de helicóptero, antes de esquiar cordilheira abaixo.

Deve dar um baita frio na barriga.

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