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O DIA EM QUE A RODA GANHOU MOTOR.

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A história do automóvel começou em 1769, quando o capitão e engenheiro francês Nicolas Joseph Cugnot projetou e construiu um aparato com motor a vapor, o Fardier. Era o primeiro veículo autopropulsionado do mundo. Literalmente, uma carroça motorizada de madeira, de 4 toneladas, com duas rodas traseiras e uma na frente, suportando o peso da caldeira.

Mas o automóvel que inaugurou o motor de combustão interna movido a gasolina – como funcionam os carros até hoje – foi o Benz Motor Car 1, invenção patenteada pelo alemão Karl Benz em 1886. Tinha três rodas também. Um veículo com cara mais moderna e quatro rodas viria três anos depois: o Benz Velo.

Chega 1908. O visionário americano Henry Ford instala a primeira linha de montagem de automóveis e passa a produzir o reverenciado Ford T. Aliás, a Ford se torna também a primeira fabricante de automóveis no Brasil em 1919. A unidade, que ficava em São Paulo, entregava o carro e o caminhão da linha “T”. Segundo relatos, não foi este o debut de um veículo em ruas brasileiras: em 1893, o irmão de Santos Dumont, Henrique, já era visto na capital paulista dirigindo um veículo movido a vapor.

À época, o Brasil ainda não tinha uma indústria automobilística própria. O que circulava era importado ou apenas montado aqui. Até mesmo nossa indústria de autopeças só foi dar o ar da graça após a Segunda Guerra Mundial. Com incentivos do governo a contar de 1952, inicia-se a implantação gradual de um parque automobilístico nacional. A produção efetiva começa em 1957.

Nossos primeiros veículos de passeio foram a perua DKW, que parecia um carro de padeiro e era bem econômica, e a Romi-Isetta, cuja única porta ficava na frente do carro, e quando abria, levava a coluna de direção junto. Tinha mais ou menos as dimensões do atual Smart.

Os modelos de maior destaque até o início dos anos 1980: Kombi, Ford F-1000, Jeep Willys, Fusca, Simca Chambord, Aero Willys, JK (Alfa Romeu 2000), Renault Gordini, Karmann Guia, Chevrolet Veraneio, Galaxie, Corcel, Opala, Dodge Dart, Variant, TL, Belina, SP1, SP2, Chevette, Maverick, Brasília, Passat, Caravan, Fiat 147.

A grande maioria, claro, hoje é peça de museu ou item de colecionador. O que se vê rodando por aí é bem diferente e variado. E em grande quantidade: há aproximadamente 45 milhões de automóveis no Brasil. São movidos a gasolina, óleo diesel, etanol, gás e alguns poucos, a eletricidade.

Acredita-se que os carros do futuro serão muito mais leves: eles irão flutuar por eletromagnetismo. Igual àquele dos Jetsons.

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