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CONSCIÊNCIA, FRATERNIDADE, TRABALHO. O FUTURO É AQUILO QUE FAZEMOS DO NOSSO AGORA.

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Em 1967, o Papa Paulo VI proclamou o primeiro de janeiro como Dia Mundial da Paz. Diferente do Dia Internacional da Paz, estabelecido pela ONU em 21 de setembro de 1981.

O tema é o mesmo, os agentes são diversos, mas a intenção é a mesma: chamar a atenção sobre um desejo de paz que é universal, ou deveria ser. De fazer um mundo mais justo, de sensibilizar pessoas comuns e líderes influentes, de unir povos e culturas diferentes em favor de um bem maior.

Esse bem maior seria a paz, em seu conceito mais amplo. Um planeta sem conflitos étnicos e territoriais, sem violência e desigualdade, sem fome e miséria. Erradicar epidemias e preconceitos. Distribuir melhor o trabalho, a riqueza e as oportunidades. Tudo isso pode ser traduzido em transformação social, no sentido de inclusão irrestrita, do direito que todo ser humano tem de viver de forma digna.

Os números, no entanto, mostram que ainda estamos muito longe de comemorar uma virada de ano com a consciência tranquila. Ainda há mais de 1 bilhão de pessoas sobrevivendo abaixo da linha da pobreza. Mas e eu com isso, alguém pode dizer?

Ora, o mundo, que é este lugar onde moramos, é a somatória do que fazemos (ou não fazemos), individualmente. Parece que o saldo está negativo há muito tempo, mas pode ser diferente também. Isso porque costumam chegar aos nossos ouvidos muito mais notícias alarmistas do que otimistas. Você sabe como é. Um gesto de barbárie causa mais comoção e rende mais ibope do que uma boa ação qualquer. Assim é a natureza dos seres bem intencionados, agem anonimamente, não querem aparecer nem alardear seus feitos. São eles os portadores da verdadeira força que faz avançar. São eles que vão, no fim das contas, tirar o mundo do vermelho e da ignorância.

É um processo de somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperanças e dividir a felicidade para que se chegue a uma condição de paz, paz interior, paz à nossa volta. Esse processo também é chamado de caridade.

Quem quiser contribuir que comece já, pois o ano e a vida voam num segundo.

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