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8 de março – O papel da mulher (é aquele que ela quiser)

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Apesar de somente em 1945 a Organização das Nações Unidas ter assinado o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres, e somente mais de 30 anos depois, em 1977, ter reconhecido o ‘8 de março’ como Dia Internacional da Mulher, os séculos XIX e XX foram permeados historicamente por lutas feministas, impulsionadas principalmente pelo direito à igualdade e melhores condições de trabalho.

Em 1908, por exemplo, um grupo de mais de 1.500 mulheres se manifestou, nos EUA, em prol da igualdade econômica e política. Dois anos depois, na Dinamarca, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, mais de 17 países se uniram para a criação de uma data única que fizesse jus à celebração dos direitos das mulheres. O objetivo, além de homenagear as lutas feministas, era instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Em 8 de março de 1917, mais de 90 mil operárias se manifestaram contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na Segunda Guerra Mundial, e foi aí que a data se consagrou.

Está provado historicamente que a mulher pode fazer o que ela quiser. Contudo, apesar de tempos diferentes, ainda hoje sua vida é circundada por lutas diárias. Não é incomum reconhecer o sentimento de que elas ainda precisam provar, diariamente, seu valor. Provar que são boas profissionais. Que são cabeças pensantes. Que podem fazer exatamente aquilo que quiserem. E ainda sim serem boas mães e boas esposas, quando assim lhes convier – pois é muito comum também reconhecer o sentimento de que, apesar de direitos igualitários, independência econômica, social e sexual, a cobrança por ser casada e ter filhos ainda é pesada.

Por tudo isso, não há nada mais justo do que um Dia Internacional dedicado todinho a elas. E não é à toa que elas, sim, sejam o sexo forte. Pois são fortes onde precisarem ser: no trabalho, na rua, em casa.

Parabéns, mulheres. Que a luta de vocês seja realmente contínua, pois, dessa forma, o mundo ainda será todinho de vocês.

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